domingo, 15 de novembro de 2009

Elvas


Elvas é uma cidade portuguesa situada no Distrito de Portalegre, na região do Alentejo e na sub-região do Alto Alentejo, com cerca de 15 500 habitantes (2001).[1]
É sede de um município com 631,04 km² de área e 23 361 habitantes (2001), subdividido em 11 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Arronches, a nordeste por Campo Maior, a sudeste pelos municípios espanhóis de Badajoz e de Olivença, a sul pelo Alandroal e por Vila Viçosa e a oeste por Borba e por Monforte.
A Cidade de Elvas é neste momento a terceira maior cidade da Região do Alentejo, apenas atrás de Évora e Beja e é a maior cidade do Distrito de Portalegre e da sub-região do Alto Alentejo, com uma estimativa de cerca de 19 800 habitantes e o concelho cerca de 25 300 habitantes (2009).
Às portas de Espanha, distando apenas 8km (em linha recta) da cidade de Badajoz, Elvas é a mais importante praça-forte da fronteira portuguesa, e a cidade mais fortificada da Europa, tendo sido por isso cognominada "Rainha da Fronteira".
As Fortificações de Elvas são desde 21 de Maio de 2009, candidatas a Património Mundial da Humanidade pela UNESCO, sendo estas o maior conjunto de Fortificações Abaluartadas do Mundo. Elvas é também conhecida como "Cidade Monumental", "Cidade-Museu" ou "Cidade Museológica".

Arraiolos


Arraiolos é uma vila portuguesa situada no Distrito de Évora, região Alentejo e subregião do Alentejo Central, com cerca de 3 450 habitantes. É sede de um município com 684,08 km² de área e 7980 habitantes (2006) [1], subdividido em 7 freguesias. O município é limitado a norte pelos municípios de Mora e Sousel, a leste por Estremoz, a sul por Évora, a sudoeste por Montemor-o-Novo e a noroeste por Coruche.
A vila é conhecida pela confecção dos Tapetes de Arraiolos. Situa-se a uma cota de altitude entre os 300 e os 400 m. Cunha Rivara, historiador Arraiolense, na sua obra “Memórias da Vila de Arraiolos”, depois de se referir à nobreza e antiguidade de Arraiolos, bem como a alguns aspectos históricos da sua origem, afirma: “... seja como for, tenho por certo que em princípios do século XIII já havia povoação no sítio de Arraiolos...” Certo é também que a abundância de vestígios relacionáveis com o final do Neolítico ou mesmo com o calcolitico são um sinal de uma significativa ocupação humana a partir do IV Milénio A.C. e, provavelmente, “na proto-História, o grande local de habitat corresponderia já à actual elevação onde se localiza o Castelo de Arraiolos".

Curia


A Curia é um lugar bonito onde reina o verde, a água, as flores e as árvores que enchem parques, percorrem alamedas e dão nomes às ruas.

Na Curia existem as famosas termas com o seu hotel, magnifico parque e lago. Mesmo ao pé estão o Grande Hotel da Curia e o Palace Hotel da Curia com o seu magnifico jardim.

Tocha


A Tocha é uma vila e uma freguesia portuguesa do concelho de Cantanhede, com 79,16 km² de área e 4 016 habitantes (2001). Densidade: 50,7 hab/km², localizada na Latitude: 40° 19' 0" N e Longitude: 8° 45' 0" W;. A gastronomia local é baseada em batata assada na areia com bacalhau e sardinha na brasa ou na telha.

quarta-feira, 18 de março de 2009

Aveiro


Aveiro é uma cidade portuguesa, capital do Distrito de Aveiro, na região Centro e pertencente à subregião do Baixo Vouga. Fica situada a cerca de 58 km a norte de Coimbra e a cerca de 68 km a sul do Porto. A cidade de Aveiro possui 55 291 habitantes[2] e é também a principal cidade da sub-região do Baixo Vouga com 398 467 habitantes, a sub-região mais populosa da região Centro e é também a segunda cidade mais populosa no Centro de Portugal, depois de Coimbra.
É sede de um município com 199,77 km² de área [1], subdividido em 14 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Murtosa (seja através da Ria de Aveiro, seja por terra), a nordeste por Albergaria-a-Velha, a leste por Águeda, a sul por Oliveira do Bairro, a sueste por Vagos e por Ílhavo (sendo os limites com este último concelho também feitos por terra e através da ria), e com uma faixa relativamente estreita de litoral no Oceano Atlântico, a oeste, através da freguesia de São Jacinto. É também um importante centro urbano, portuário, ferroviário, universitário e turístico.

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Costa Nova



A praia da Costa Nova do Prado, também conhecida apenas por Costa Nova, situa-se na costa ocidental de Portugal, na linha de costa da ria de Aveiro. Administrativamente fica no município de Ílhavo, tal como a praia da Barra, e na zona turística Rota da Luz/Região Centro.

Teve a sua origem na abertura da barra da ria no ano de 1808. A designação deve-se a dois factos. O primeiro, "Costa Nova", em oposição à "Costa Velha"(São Jacinto). Em segundo lugar deve-se ao facto de neste local, ter existido um enorme e verdejante prado.

É uma das excelentes praias portuguesas para a prática de desportos náuticos, possuindo um clube de vela. É frequente ver imensos praticantes de windsurf, kite e outros desportos semelhantes.

O ex-libris desta praia são as casas pintadas com listas verticais intercaladas com cores vivas e alegres.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Coimbra - Parque de Santa Cruz ou Jardim da Sereia


O Parque de Santa Cruz, popularmente conhecido por Jardim da Sereia, é um espaço verde localizado no centro da cidade de Coimbra, em Portugal.

A entrada do jardim, que é feita pela praça da república, apresenta três estátuas que representam a Fé, a Caridade e a Esperança, culminando com uma cascata.

Subindo as escadas, encontramos a Fonte da Nogueira com uma estátua que representa um Tritão abrindo a boca a um golfinho, de onde corre a água para a fonte, o que explica a designação de Jardim da Sereia.

Neste exuberante jardim, na Alameda de Stº Agostinho, é possível admirar um painel de azulejos alusivos ao Santo.

Em 1131 este espaço foi entregue aos Cónegos Regrantes de Santo Agostinho, que iniciaram a exploração da Quinta de Santa Cruz.

No século XVIII, D. Gaspar da Encarnação promoveu o seu arranjo, tornando-o num espaço de lazer, tendo sido aí construido o campo de jogos (da Péla) e, simultaneamente, um jardim de descanso e meditação ao estilo barroco.

O Jardim é constituído por diversas árvores de porte considerável como o cedro branco (chamaecyparis lawsoniana), pelo cedro do hiamalaia (Cedrus deodara), o pinheiro da ilha norfolk (Araucaria heterophylla), o pinheiro do brasil (Araucaria angustifolia) e a tuia da china (Platycladus orientalis). Neste parque também é possível admirar espécies de áceres como o plátano bastardo (Acer pseudoplatanus) e o bordo dos rios (Acer platanoides), o bordo negundo (Acer negundo).

Outras espécies exóticas podem ser aqui observadas, como o loendro (Nerium oleander), a azálea (Rhododendron spp.) o alfenheiro (Ligustrum japonicum) e o loureiro cerejo (Prunus laurocerasus).

No estrato arbustivo ocorrem espécies como o sabugueiro (Sambucus nigra) e o loureiro (Laurus nobilis), enquanto que no estrato herbáceo prolifera o acanto (Acanthus mollis), a erva de são roberto (Geranium robertianum), a campânula azul (Ipomoea indica), o dente de leão (Taraxum) e a ervilhaca trepadora (Vicia sativa).

Podem ainda observar-se, entre as fendas dos muros e rochas, outras plantas como as hepáticas e pteridófitas como a selaginela (Selaginella denticulata), a língua cervina (Phyllitis scolopendrium) e o polipódio (Polypodium australe).

Por entre as árvores encontramos a Hera Hedera helix.

De entre as espécieds de aves que aqui é possível encontrar, destaca-se a toutinegra de barrete preto (Sylvia atricapilla), o pisco de peito ruivo (Erithacus rubecula) ou o chapim real (Parus major), sendo o mais emblemático o melro (Turdus merula).

As pequenas linhas de água que atravessam o parque, proporcionam condições para a existência da salamandra de pintas amarelas (Salamandra salamandra), o tritão verde (Triturus marmoratus) e uma interessante colónia de sapos parteiros (Alytes obtetricans).

Coimbra - Rio Mondego


O rio Mondego nasce na Serra da Estrela, concelho de Gouveia a 1425 m de altitude; à sua nascente chama-se Mondeguinho porque quando nasce é um pequeno fio de água.

Para que o Mondego se transforme no maior que nasce em Portugal precisa das águas dos seus afluentes, na margem direita tem o Dão e na esquerda o Alva, o Ceira e o Arunca.

Entre a nascente e a foz, as águas do Mondego percorrem cerca de 220 quilómetros. As suas margens, entre Coimbra e a Figueira da Foz, são os terrenos mais férteis de Portugal. É nestas terras que se produz mais arroz por hectare, em toda a Europa.

Os romanos chamavam Munda ao rio Mondego. Munda significa transparência, claridade e pureza. Nesses tempos as suas águas eram assim. Ao longo da Idade Média o rio continuou a chamar-se Munda.

Outrora, o leito do rio Mondego era bem mais fundo. Calcula-se que nos últimos seiscentos anos terá subido cerca de um centímetro por ano, ou seja um metro em cada século.

Antigamente, o rio Mondego era navegável. Os barcos que vinham do Oceano Atlântico iam até Coimbra e os mais pequenos chegavam a ir mesmo até Penacova. No Parque Verde do Mondego e em Lisboa, no Museu de Marinha, encostado ao Planetário de Lisboa próximo do Mosteiro dos Jerónimos, está exposto um barco bastante comprido que navegava entre Coimbra e Penacova. Este barco servia para as mulheres de Penacova virem a Coimbra buscar roupa suja e depois a trazerem lavada e passada a ferro.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Templo romano de Évora


O Templo Romano na cidade de Évora (muito vulgarmente chamado de Templo de Diana), é um templo de estilo coríntio, construído no início do século I. Durante muito tempo julgou-se tratar de um templo dedicado a Diana, a deusa romana da caça; estudos posteriores demonstraram tratar-se de santuário consagrado ao imperador.

Localizado na freguesia da Sé e São Pedro, no Largo Conde de Vila Flor, encontra-se rodeado pela Sé de Évora, pelo Tribunal da Inquisição, pela Igreja e Convento dos Lóios, pela Biblioteca Pública e pelo Museu.

sábado, 22 de dezembro de 2007

Elvas


Elvas é uma cidade portuguesa no Distrito de Portalegre, região Alentejo e sub-região do Alto Alentejo, com cerca de 15 500 habitantes.

É sede de um município com 631,04 km² de área e 23 361 habitantes (2001), subdividido em 11 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Arronches, a nordeste por Campo Maior, a sueste pelo município de Olivença, a sul pelo Alandroal e por Vila Viçosa e a oeste por Borba e por Monforte.

domingo, 9 de dezembro de 2007

Alter do Chão


Alter do Chão é uma vila portuguesa pertencente ao Distrito de Portalegre, região do Alentejo e subregião do Alto Alentejo, com cerca de 2 600 habitantes.

É sede de um município com 361,63 km² de área e 3 938 habitantes (2001), subdividido em 4 freguesias. O município é limitado a nordeste pelo município de Portalegre, a sueste por Monforte, a sul por Fronteira, a sudoeste por Avis e a oeste por Ponte de Sôr.

Nota Histórica:

A origem de Alter do Chão poderá ser atribuída a um povoado romano, fundado a partir de um aglomerado da Idade do Ferro em Alter Pedroso.
De Abelterium, cidade romana que vem referenciada no Itinerário de Antonino Pio, terá provavelmente nascido Alter do Chão.
No reinado de D. Sancho II, o Bispo da Diocese da Guarda D. Vicente, propôs “restaurar e povoar Alter”, atribuindo-lhe o 1º Foral no ano de 1232. D. Afonso III com o objectivo de incentivar o povoamento, manda reconstruí-la e terá concedido novo Foral em 1249. D. Dinis atribui-lhe dois Forais em anos consecutivos, o último data de 25 de Março de 1293 e conferia-lhe todos os privilégios de Santarém.
Em 1359, D. Pedro I mandou edificar o actual Castelo e confirma-lhe, através de nova carta de Foral os privilégios anteriores.
D. João I, Mestre da Ordem de Avis, cede em senhorio a D. Nuno Álvares Pereira, passando os bens para a Casa de Barcelos e posteriormente para a Casa de Bragança, fundada pelo casamento de D. Beatriz, filha do Condestável com D. Afonso, filho bastardo do progenitor da Ínclita Geração.
O Foral de Leitura Nova, foi-lhe atribuído a 1 de Junho de 1512 no decurso da nova reforma mandada efectivar por D. Manuel.
Do período quinhentista as construções que subsistem mostram a vitalidade e importância que a vila tomou.
São deste período o Chafariz Renascentista, Igreja de Nossa Senhora da Alegria e a Janela Geminada, na Rua General Blanco.
Prova evidente do desenvolvimento que Alter alcançou no período Barroco, e do qual se pode orgulhar, são as várias construções civis e religiosas de entre elas algumas imponentes, das quais se destacam: Coudelaria de Alter, mandada construir por D. João V em 1748 por iniciativa do Príncipe D. José, para a produção do cavalo Lusitano, cujo destino era a Arte Equestre, muito em voga nas cortes daquela época; o Palácio do Álamo, Igreja do Senhor Jesus do Outeiro, Igreja do Convento de Santo António e os chafarizes da Barreira e dos Bonecos.

sábado, 24 de novembro de 2007

Arraiolos


Arraiolos é uma vila portuguesa no Distrito de Évora, região Alentejo e subregião do Alentejo Central, com cerca de 3 500 habitantes.

É sede de um município com 684,08 km² de área e 7 616 habitantes (2001), subdividido em 7 freguesias. O município é limitado a norte pelos municípios de Mora e Sousel, a leste por Estremoz, a sul por Évora, a sudoeste por Montemor-o-Novo e a noroeste por Coruche.

A vila é conhecida pela confecção dos tapetes de Arraiolos.

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Portalegre


Portalegre é uma cidade portuguesa, capital do Distrito de Portalegre, na região do Alentejo e subregião do Alto Alentejo, com cerca de 15 800 habitantes.

É sede de um município com 446,24 km² de área e 25 980 habitantes (2001), subdividido em 10 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Castelo de Vide, a nordeste por Marvão, a leste pela Espanha, a sul por Arronches e Monforte e a oeste pelo Crato.

domingo, 18 de novembro de 2007

Piódão


Piódão é a freguesia portuguesa mais longínqua do concelho de Arganil, com 36,36 km² de área e 224 habitantes (2001). Densidade: 6,2 hab/km². A freguesia inclui as seguintes aldeias e quintas: Piódão, Malhada Chã, Chãs d'Égua, Tojo, Fórnea, Foz d`Égua, Barreiros, Covita, Torno, Casal Cimeiro e Casal Fundeiro.

A aldeia, de Piódão, situa-se numa encosta da Serra do Açor. As habitações possuem as tradicionais paredes de xisto, tecto coberto com lajes e portas e janelas de madeira pintada de azul. O aspecto que a luz artificial lhe confere, durante a noite, conjugado pela disposição das casas fez com que recebesse a denominação de “Aldeia Presépio”. Os habitantes dedicam-se, sobretudo, à agricultura (milho, batata, feijão, vinha), à criação de gado (ovelhas e cabras) e em alguns casos à apicultura.

A flora é em grande parte constituída por castanheiros, oliveiras, pinheiros, urzes e giestas. A fauna compõe-se, sobretudo, de coelhos, lebres, javalis, raposas, doninhas, fuinhas, águias, açores, corvos, gaios, perdizes e pequenos roedores.

Actualmente, a desertificação das zonas do interior, afecta praticamente todas as povoações desta freguesia. As populações mais jovens emigraram para o estrangeiro ou para as zonas litorais à procura de melhores condições de vida, regressam ás suas origens, sobretudo, durante as épocas festivas para reviver o passado e se reencontrarem com os seus congéneres.

  • O conjunto arquitectónico da povoação forma uma das aldeias históricas protegidas. Com efeito, recebeu, nos anos 80, o galo de prata, condecoração atribuída à aldeia mais típica de Portugal.

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

Castelo de Montemor-o-Velhho


O Castelo de Montemor-o-Velho localiza-se na Vila, Freguesia e Concelho de mesmo nome, Distrito de Coimbra, em Portugal.

Em posição dominante sobre a vila, na margem direita do rio Mondego, à época junto à sua foz, no contexto da Reconquista cristã da península Ibérica, constituiu-se em um ponto estratégico na defesa da linha fronteiriça do baixo Mondego, em particular da região de Coimbra. Foi, por essa razão, a principal fortificação da região, à época.


O castelo poderá ter sido edificado durante o século X, ainda antes de criada a nacionalidade. Supõe-se que o pai de D: Teresa, D. Afondo VI de Castela, o terá restaurado, modificado e ampliado. No século XIV o edifício sofreu uma grande reforma que o tranformou no castelo que chegou aos nossos dias. O conjunto integra um cercado na la norte com um reduto inferior que lhe está associado, cerca principal, castelejo e barbacã envolvente. As bases da Torre de Menagem integram silhares romanos, constituindo a parte mais antiga do castelo. Provavelmente a sua construção remonta à Alta Idade Média. Também muito antigas são as torres de defesa junto à Porta do Rosário. Supõe-se que tenham sido edificadas no século XIII, época das infantas.

Registam-se ainda mais duas portas localizadas na barbacã: a Porta da Peste e a Porta do Rosário.

Do aproveitamento do espaço entre a cortina norte de muralhas e a torre de menagem surge o castelejo. No seu interior ergue-se a Igreja de Santa Maria da Alcáçova. No lado nascente foi construída a Torre de menagem com aberturas ogivais, dois pisos e estrutura quadrada. Aquilo que resta do Palácio das Infantas fica próximo da cerca principal. Provavelmente terá tido uma última reforam da responsabilidade de D. Urraca, na época manuelina. A cerca nova foi elevada no lado norte que terá servido para protecção das gentes campesinas e seus gados. é neste espaço que se pode ver o que resta da Capela de São João, ligada à lenda do Abade João. Próxima fica a torre que alberga o relógio da vila. este castelo surge como uma das fortificações portuguesas de maior envergadura tendo representado um papel fundamental durante a reconquista cristã que resgatou o território aos árabes. Nos inícios da nacionalidade foi também um importante polo dinamizador do repovoamento da área do Baixo Mondego.

Mais recentemente (1994) fizeram-se algumas obras de recuperação e consolidação das muralhas. Foram também ajardinadas algumas partes interiores e colocada a iluminação.
O castelo foi classificado como Monumento Nacional pelo Decreto de 16-06-1910.


quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Castelo de Vide


Castelo de Vide é uma vila portuguesa no Distrito de Portalegre, região do Alentejo e subregião do Alto Alentejo, com cerca de 3 200 habitantes.

É sede de um município com 264,83 km² de área e 3 872 habitantes (2001), subdividido em 4 freguesias. O município é limitado a nordeste pela Espanha, a oeste pelo município de Marvão, a sul por Portalegre, a sudoeste pelo Crato e a oeste e noroeste por Nisa.

terça-feira, 13 de novembro de 2007

Tomar


Tomar (em português arcaico Thomar), é uma cidade portuguesa com cerca de 20 000 habitantes, pertencente ao Distrito de Santarém, região Centro e subregião do Médio Tejo. Pertencia ainda à antiga província do Ribatejo, hoje porém sem qualquer significado político-administrativo.

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Nisa


Nisa é uma vila portuguesa no Distrito de Portalegre, região Alentejo e subregião do Alto Alentejo, com cerca de 3 600 habitantes.

É sede de um município com 573,93 km² de área e 8 585 habitantes (2001), subdividido em 10 freguesias. O município é limitado a oeste e norte pelo município de Vila Velha de Ródão, a leste pela Espanha, a sueste por Castelo de Vide, a sul por Portalegre, a sudoeste por Gavião e a noroeste por Mação.

domingo, 11 de novembro de 2007

Arganil


Arganil é uma vila portuguesa no Distrito de Coimbra, região Centro e subregião do Pinhal Interior Norte, com cerca de 4 000 habitantes.

É sede de um município com 332,13 km² de área e 13 623 habitantes (2001), subdividido em 18 freguesias. O município é limitado a norte pelos municípios de Penacova, Tábua e Oliveira do Hospital, a nordeste por Seia, a leste pela Covilhã, a sul por Pampilhosa da Serra e por Góis e a oeste por Vila Nova de Poiares.


A imagem “http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/e/ec/AGN.png” contém erros e não pode ser exibida.


sábado, 10 de novembro de 2007

Abrantes


Abrantes é uma cidade portuguesa pertencente ao Distrito de Santarém, região Centro e subregião do Médio Tejo, com cerca de 18 600 habitantes. Pertencia ainda à antiga província do Ribatejo, hoje porém sem qualquer significado político-administrativo.

É sede de um município com 713,43 km² de área e 42 235 habitantes (2001), subdividido em 19 freguesias. A densidade demográfica é de 59,2 h/km². O município é limitado a norte pelos municípios de Vila de Rei, Sardoal e Mação, a leste por Gavião, a sul por Ponte de Sor e a oeste por Chamusca, Constância, Vila Nova da Barquinha e Tomar.

O município inclui uma cidade, Abrantes, e uma vila, o Tramagal.

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Coja

Coja é uma freguesia portuguesa do concelho de Arganil, com 20,63 km² de área e 1 650 habitantes (2001). Densidade: 80,0 hab/km².

Foi vila e sede de concelho entre 1260 e 1853. Era constituído pelas freguesias de Benfeita, Cerdeira, Coja, Teixeira, Espariz, Meda de Mouros, Mouronho e Pinheiro de Coja. Tinha, em 1801, 5 079 habitantes. Após as reformas administrativas do início do liberalismo foi-lhe anexada a freguesia de Vila Cova de Sub-Avô, tendo perdido a freguesia de Teixeira. Tinha, em 1849, 7 091 habitantes.

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Constância


Constância (então, designada pelo nome de Punhete) é conhecida por ter sido local de residência de Luís de Camões , que aqui escreveu alguns dos seus poemas líricos, por ocasião do seu desterro no Ribatejo, cerca de 1546 ou 1547.













Constância é uma vila portuguesa pertencente ao Distrito de Santarém, região Centro e subregião do Médio Tejo, com cerca de 900 habitantes. Pertencia ainda à antiga província do Ribatejo, hoje porém sem qualquer significado político-administrativo.

É sede de um pequeno município com 80,04 km² de área e 3 815 habitantes (2001), subdividido em 3 freguesias. O município é limitado a norte, leste e sul pelo município de Abrantes e a oeste por Vila Nova da Barquinha e pela Chamusca.

Brasão de Constância Bandeira de Constância

Belver, o lugar mais lindo que eu já vi...

Belver é uma freguesia portuguesa do concelho do Gavião, com 69,71 km² de área e 900 habitantes (2001). Densidade: 12,9 hab/km².

Foi pertença da Ordem do Hospital, e sede de concelho independente entre 1518 e 1836. Era constituído pelas freguesias de Belver e Comenda e tinha, em 1801, 1 403 habitantes. Aquando da extinção do município, a freguesia transitou então para o concelho de Mação, onde permaneceu integrado até 1898, data em que passou para Gavião.

Castelo de Belver

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

Belver


Terra preciosa no passado e no presente. Do passado tem a fama merecida por um belo castelo medieval, de planta circular, com capela no interior, construído num altaneiro morro sobranceiro ao Tejo no séc. XII pela Ordem do Hospital, ao tempo de D. Sancho I, e donde se admira deslumbrante panorama do Vale do rio Tejo. Do presente tem a barragem que é lugar de descanso, não só para as águas do Tejo na sua longínqua viagem por outras terras, mas também, pelas condições propícias, para aqueles que gostam de pesca, do windsurf, de vela e de tantos outros desportos náuticos.